Sobre o Autor
Leonardo Boff (*1938) doutorou-se em teologia pela Universidade de Munique. Foi professor de teologia sistemática e ecumênica com os Franciscanos em Petrópolis e depois professor de ética, filosofia da religião e de ecologia filosófica na Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
Conta-se entre um dos iniciadores da teologia da libertação. É assessor de movimentos populares. Conhecido como professor e conferencista no pais e no estrangeiro nas áreas de teologia, filosofia, ética, espiritualidade e ecologia. Em 1985 foi condenado a um ano de silêncio obsequioso pelo ex-Santo Ofício, por suas teses no livro Igreja: carisma e poder (Record).
A partir dos anos 80 começou a aprofundar a questão ecológica como prolongamento da teologia da libertação, pois não somente se deve ouvir o grito do oprimido mas também o grito da Terra porque ambos devem ser libertados. Em razão deste compromisso participou da redação da Carta da Terra junto com M.Gorbachev, S.Rockfeller e outros. Escreveu vários livros e foi agraciado com vários prêmios.
Salientamos alguns títulos: Ecologia: Ecologia, Mundialização, Espiritualidade (Record), Civilização planetária (Sextante), A voz do arco-iris (Sextante), Saber cuidar (Vozes), Ética e ecoespiritualidade (Verus), Homem: satã ou anjo bom (Record), Evangelho do Cristo cósmico (Record); Do iceberg à Arca de Noé (Sextante); Opção Terra. A solução da Terra não cái do céu (Sextante); Proteger a Terra-cuidar a vida.Como evitar o fim do mundo (Record); Ecologia: grito da Terra, grito do pobre (Sextante) pelo qual recebeu o prêmio Sérgio Buarque de Holanda como o melhor ensaio social do ano de 1994 e em 1997 nos EUA foi considerado um dos três livros publicados naquele ano que mais favorecia o dialogo entre ciência e religião.
Junto com Mark Hathaway escreveu nos USA The Tao of Liberation. Exploring the Ecogoy of Transformation com Prefácio de Fritjof Capra, ganhando a medalha de ouro da instituição Nautilus para criatividade intelectual e o primeiro lugar do livro religioso do ano. Recebeu os títulos de dr.honoris causa em política pela Universidade de Turin em 1991, dr.honoris causa em teologia pela Universidade de Lund (Suécia) em 1992 e dr.honoris causa em teologia, ecumenismo, direitos humanos, ecologia e entendimento entre os povos pelas Faculdades EST de São Leopoldo em 2008 e dr.horis pela Cátedra del Água da Universidade de Rosário na Argentina em 2010. Em 2008 pela Universidade de São Carlos em Guatemala e pela Universidade de Cuenca no Equador, recebeu o titulo de Professor Honorário. Foi assesssor da Presidência da Assembléia da ONU ao tempo da administração de Miguel d’Escoto Brockmann (2008-2009) e participa atualmente do grupo de reforma da ONU, especialmente quanto à Declaração Universal do Bem Comum da Terra e da Humanidade.
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Leonardo
Sou sua fã incondicional. Atualmente curso o Doutorado em Ciência da Religião UFJF, com o tema “A Diafania do Divino no coração do Universo em chamas: a mística de Teilhard de Chardin”. Eu e Faustino devemos mexer no título, mas o tema é este. Seu livro Cristo Cósmico tem me ajudado muito. Se tiver qualquer coisa e puder enviar…
Sr. Leonardo. Em cada texto ha algo cristao ali, em cada linha. Antes de dizermos que o Sr. e isso ou aquilo, e preciso, nao so ler suas publicacoes e entender, mas praticar o ensinamento. Independente de titulos , homenagens, enfim, coisas de homens. Basta ler e praticar. Afinal, a prestacao de contas sera entre cada um , individualmente, e o nosso PAi.Desta vez, quero agraceder. Obrigado.
Ola Terezinha de Paula. Muito me alegro em ver que vc esta escrevendo sua tese sobre o pensamento de Teilhard de Cardin. Sou um simpatizante das posturas dele, e um leito em fase inicial. Recentemente me graduei em filosofia, com o trabalho em Max Scheler. Ia trabalhar em Chardin, mas por dificulade com as obras tive que desistir. Mas te parabeniso. E muiro me alegraria se pudesse ter a honra e folhear o seu trabalho.
A maravilha da internet e’ esta possibilidade de contactar pessoas que admiramos, e ate’ mesmo as que nao, de uma maneira que a menos de duas decadas nao podiamos.
E, por vivermos o antes e depois da internet, ainda que tarde na vida, me regozijo pela
oportunidade de dizer, virtualmente em pessoa, o grande apreco e admiracao que sempre
tua figura inspirou na minha geracao.
Assim, agrego esta personagem que eres, na minha lista de pessoas que sempre desejei apertar as maos, ainda que virtualmente. Ja’ pude faze-lo com o grande Dom Pedro de Casaldaliga, catalan como meu pai o qual, muito graciosa e gentilmente, me respondeu.
Grande trabalho, te congratulo, pela firmeza de tuas posicoes. Tuas palavras sao sempre uma brisa de civilidade em meio a esta nova “era da ignorancia”, como eu chamo, que estamos vivendo.
Tens em mim um adepto em 99% do que pregas. O resto, 1%, se deve ao fato de que sou um humanista, ou um ateu como me veem os que creem.
Mesmo assim, aceite meu forte abraco com o desejo de ouvi-lo por muitas decadas adiante, e que tuas palavras tenham um efeito positivo sempre.
PACO BERTOMEU, 61 – brasileiro
California – EUA
Foi grande a transformação que a obra de Frei Leonardo Boff fez em minha vida,”A Águia e a Galinha”,uma metáfora da condição humana magnífica.
Digo “Frei”,talvez em consideração a irmandade em Cristo que vejo em cada ser humano e pela forma de como mudou meu conceito em ver o Eterno com mais clareza.
Não tenho palavras para descrever a emoção que foi poder ter esse contato,mesmo que virtual,pelo twitter,e como disse o cavalheiro acima,Frei Leonardo Boff é um dos grandes que “queria poder apertar a mão” e olhar nos olhos,para sentir o quanto é real o bem na Terra,ainda que por mais que o vento sopre contra,é bom saber que não estamos na luta sozinhos. PARABÉNS E PAX ET BONUM.
Geraldo Márcio Pinheiro
Crucilândia MG
Belo Horizonte MG
twitter.com/marcioproteste
Leonardo, admirado:
Desculpeme por no falar português. Variados colectivos tentamos fazer una petiçäo a la “Fundación Cultura de Paz” (Federico Mayor Zaragoza) para que viagen a Libia como observadores para comprovar lo que la OTAN/NATO está faciendo com ese país. Nos apoiaría en la nossa petiçäo?
Muito obrigada!
Purificacion
Doutorou-se em teologia?? Que valor tem um diploma do qual o objeto de estudo nao existe?
Por acaso você procurou saber toda trajetória do Leonardo Boff? Creio que não viu a contribuição dele não somente para a Santa Sé, mas também para a humanidade com seus trabalhos.
Seja menos pueril e mais educado com as pessoas. Saiba que isso é de suma importância para uma boa convivência entre os pares.
Sucesso.
Cristiano J Ramalho
Na verdade o objeto de estudo da teologia não é o Deus propriamente dito, mesmo porque seria impossível estudar um objeto desta magnitude. A teologia lida com a interpretação humana acerca do divino de modo que não é uma ciência com o fim de analisar um objeto, mas um agregado interdisciplinar com o fim de aprimorar a experiência humana.
Sim. Este é o conceito de teologia.
isto mesmo !!!…
“Puer insipiens”…..
Não te assusta o fato de andar na contra-mão e sozinho?
Procure nos dicionários o significado da palavra teologia.
E da próxima vez que a audácia lhe tentar, pense bastante, antes de colocar seu nome junto a uma declaração de ignorância desta monta. É isso que dá se meter a dar palpite onde não se é habilitado.
Minha santa maezinha costuma dizer que o apressado come cru e queima a língua….. hehe.
Sou ateu e respeito os trabalhos de Leonardo Boff independentemente de algumas divergências no campo teológico. O que está em questão aqui é a contribuição de um ser humano para o bem de todos. Não importa se esta contribuição parte de um cristão, muçulmano, judeu, budista ou ateu. Uma vez que todo ser humano é capaz de fazer coisas belas. É óbvio, entretanto, que se adentrarmos ao campo sensível da fé haverá indubitavelmente choques de opinião. Mas, deixemos de lado o que nos aparta uns dos outros e nos unamos ao que nos aproxima. Por que não nos unir em torno de questões nobres como a erradicação da fome e da miséria? A erradicação do analfabetismo? O acesso à educação de qualidade à todos? Moradia, saneamento básico, saúde de qualidade e a preservação do meio-ambiente, independente de credos, dogmas e religiões? Acredito que todo ser humano, crente ou não, é capaz de tais atitudes. Esqueçamos por um instante em querer impor a verdade sobre o nosso deus ou sobre a não-existência de um deus aos outros e nos unamos em torno de ideais maiores e mais próximos de nós. Abraços!!!!
Com certeza todos tem capacidade de fazer o bem. O de livrar-nos do mal só Cristo pode, e poucos o querem de fato. Gostei muito de seu comentário, Chico. Parabéns.
É isso aí, Chico! Voltemos ao essencial…
Un consejo: Que tus palabras sean más valiosas que tus silencios. Si no es para hablar mejor de lo que lo haces, elige quedarte callado. Muchas gracias.
Foi o acaso que criou o maior complexo visível, o automatizou pelas leis da física, foi do nada que passou existir tudo que é visível ? TODA complexidade, perfeição, capacidades desenvolvidas por TODOS os seres vivos adveio do nada absoluto ? O que existia a 10 sextilhões de anos ? Nem DEUS existia a 100 sextilhões de anos…
Prezado Leonardo, gostaria de saber se é possível obter “Igreja, carisma e poder” no formato Epub (para livros digitais). Muito obrigada. Maria Elena.
Admiro muito seu trabalho, e admiro sua luta, assim como de muitos outros que propõem uma ética planetária; atualmente estou lendo seu livro “Civilização Planetária”.
Ésimplesmente um prazer enorme, para mim, o fato de poder dizer “pessoalmente” o que queria dizer pessoalmente. Eu tive a honra de fazer o fly do seu “Balanço aos 70″, que comemorou seus 70 anos lá no Centro Universitário UniBennett, no Rio de Janeiro. No evento eu era aluno de Teologia da faculdade. Hoje, já graduado, tenho que dizer que seus escritos, sua participação efetiva na sociedade e o seu compromisso com o Reino foram os ingredientes que fizeram de mim um teólogo que fez sua “escolha preferencial pelos pobres”.
Muito obrigado pela riqueza de vida e de escritos que trazem a nós o orgulho de sermos teólogos latino-americanos e com um real compromisso com o “já e o ainda não”.
Ola Leonardo,
Gostei de te conhecer pessoalmente. Li seus livros e atraves deles consegui ter uma expansão da consciencia espiritual.
Li o Poema de de Nietszche, Um Deus Desconhecido. Era tudo que queria.
Émuito bom saber que pessoas como voce contribuei para a humanidade destpertar o seu ser interior.
beijos no coração Suely Reis
Apreciado Leonardo Boff, su Libro de Maria el Rostro Femenino de Dios fue excelente y es muy actual despeues de 25 años de su lectura.
Monseñor Victor Manuel Cruz Blanco, Obispo Ordinario
Iglesia Anglicana del Caribe y la Nueva Granada
Ao incrível Leonardo Bofff… compartlho aqui a minha felicidade em ter particidade de sua fantástica palestra em Juazeiro do Norte – CE. Foi, realmente, um semear de conhecimento tão grandioso que dará, certamente, frutos até o fim de nossas vidas! Parabéns!
E muito obrigada por tornar esse momento possível, a nação juazeirense agradece de coração!
Mônica Leite da Nóbrega – professora
Uma mente brilhante!
Pensamentos e ações libertadoras, são de Leonardo Boff. Sempre no caminho de Cristo.
Fazendo o bem para a Terra , as pessoas . Trabalhador do Reino de Deus.
Sou admirador de seu trabalho, Parabéns!
Meu irmão Leonardo Boff, obrigado pela bela entrevista concedida ao jronalista Kennedy Alencar (RedeTV) no programa “É Notícia”. Já tinha lido algo sobre a Teologia da Libertação, mas confesso que o seu “entusiamo” e clarividência postos na entrevista aguçaram-me ainda mais o apetite. Nas definições rápidas, você define Jesus Cristo como “meu irmão” que dá uma resposta à vida para além da vida. Daí o meu atrevimento em chamar-lhe também “meu irmão” pelas perpectivas que acabou de abrir no meu horizonte. Gostei muito do que ouvi falar da sua boca. Para ser-se cristão não é preciso ser membro da Igreja ou das igrejas. Mais ainda, as igrejas institucionais acabam mesmo por abafar o carisma do cristianismo autêntico. Bem-haja, irmão Leonardo!
A você minha admiração e meu desejo sincero de que Maria te envolva no seu manto protetor, vc derrama inteligência e tolerância em nossas vidas. Seu livro A Águia e a Galinha marcou muito meus 19 anos, hoje aos 34, sempre que sinto a noite escura na minha alma retomo seus escritos, em especial hoje o Bom Pastor. Muito obrigado mesmo Leonardo, vc enobrece o Brasil!
A palavra certa na hora certa!
Muita admiração por essa pessoa especial.
Prezado Prof. Leonardo Boff, como expressaram os amigos acima, a internet permite matar saudades de suas reflexões sobre o humano atual. Assiste sua entrevista na rede tv, gostaria de parabenizá-lo.
Tua forma de pensar é a mesma forma minha de pensar,se não nos conscientizar-mos que o Planeta Azul é a terra prometida um paraiso que Deus nos deu para,dicenir entre o certo e o errado, sobre-viver,evoluir e lapidar nossas Almas.
Então atingi-mos nosso objetivo tão almeija-do por DEUS O A M O R
Peço muita proteção a ultima praia virgem do SP a praia de Itaguaré-Bertioga-SP,sofre pressão de expeculadores imobiliarios,construtores civis e empresarios que adoram só um tipo de verde o dolar,é uma praia linda com biodversidade em fauna e flora um hot-spot de Mata Atlantica em extinção um bem a um Mundo Novo O Planeta Azul o Planeta Terra.
http://www.sositaguare.blogspot.com
Hola Leonardo: muchas felicidades, porque en tu vida has demostrado que tiene una preocupación admirable sobre las diferentes dimensiones der ser humano. Lo que te quiero preguntar es; ¿será posible pensar sobre un nuevo enfoque teológico especialmente para los migrante? Abrazo fraterno!! desde Belo Horizonte. (MG)
Buenas tardes,
Saludos!
Escribo desde la Universidad Latinoamericana y del Caribe y quisiera saber como puedo hacerle llegar una invitacion al señor Boff, para participar como ponente en el Simposio sobre Cambio Climatico a celebrarse por esta universidad proximamente en Panama.
Agradezco su atencion y la ayuda que me puedan prestar.
Delis Ditta
Asistente Consejo Superior
ULAC
Delis,
Gracias por la eventual invitacon. El problema que tenga hasta el final del año una agenda muy sobrecargada. De todas las formas uedes enviar un e-mail para
contato@leonardoboff.com
un abrazo fraterno
lboff
Meu irmão Leonardo Boff, obrigado pela bela entrevista concedida ao jronalista Kennedy Alencar (RedeTV) no programa “É Notícia”. Já tinha lido algo sobre a Teologia da Libertação, mas confesso que o seu “entusiamo” e clarividência postos na entrevista aguçaram-me ainda mais o apetite. Nas definições rápidas, você define Jesus Cristo como “meu irmão” que dá uma resposta à vida para além da vida. Daí o meu atrevimento em chamar-lhe também “meu irmão” pelas perpectivas que acabou de abrir no meu horizonte. Gostei muito do que ouvi falar da sua boca. Para ser-se cristão não é preciso ser membro da Igreja ou das igrejas. Mais ainda, as igrejas institucionais acabam mesmo por abafar o carisma do cristianismo autêntico. Bem-haja, irmão Leonardo!
+1
Como não tenho formação academica, mas tive a graça de pertencer a uma igreja que tinha era orientada pla. Teologia da Libertação, Leonardo Boff, frei se espirito não me engana… silenciado por ousar mostrar a visão cristã voltada para o homem em seu todo…
Foi nesta igreja viva que vivi os meus melhores tempos como CATOLICA, a gente estava ali vendo Deus no em nos e no outro, Jesus vivo hoje na pessoa do oprimido… FREI LEONARDO BOFF, grata pela Igreja que atraves da Teologia da Libertação deu grande força as poucas mudanças que hoje temos.. Claro que para o Vaticano e os poderosos essa teologia é realmente perigosa… a gente abri o bico e abrir o bico como Boff nos mostrava na sua evangelisação… corre-se muito risco.
A TL hoje parece esta em cinzas… mas acredito que um dia a brasa voltará a tona e VAMOS VIVER UMA IGREJA UNIDA COM TODOS OS CREDOS E CRENTES BUSCANDO A PAZ E O BEM PARA TODOS OS HOMENS, NA LIBERTAÇÃO DE TANTOS OPRIMIDOS… OBRIGADA LEONARDO BOFF O SENHOR É 10 É 1000.
PAZ E BEM! GRAÇA GONDIM.
Leonardo Boff, eu gostaria de ter a oportunidade de agradecer pessoalmente a tudo o que eu aprendi com o senhor. Em especial, com os livros: “Jesus Cristo Libertador” e “Os Sacramentos da Vida e a vida dos Sacramentos”.
Infelizmente, como isso não foi possível até agora, vou agradecer via este blog. Mas espero muito a oportunidade de poder conhecê-lo pessoalmente.
Um dos meus sonhos era vê-lo “conversar” com os meus alunos. Aqueles jovens tem muita necessidade de uma pessoa com o seu tipo de conhecimento para auxiliá-los na busca e na construção de uma humanidade diferente, mais aberta e mais acolhedora.
Me considero un conocedor minimo de tan magna obra que usted ha plastamado para la posteridad y tengalo por seguro que sus conceptos perduraran durante muchos años en la conciencia colectiva de la gente que quiere un mundo mejor, con justicia, equidad, tolerancia e igualdad de oportunidades…
Li muitos de seus livros, que me fizeram encontrar a cada dia um pedacinho do Deus que existe em mim.
Sou católica e já frequentei várias religiões e ainda espero ansiosamente e com fé o dia em que poderemos vivenciar a religação, a união entre as pessoas de diferentes religiões.
Aprendo a cada dia através das oportunidades de contato com outras pessoas (pedaços de Deus) que sempre nos modificam se estamos abertos.
É muito bom conhecer sua palavra.
Acabo de ler uma mensagem sua sbre o natal antigo.Gostei.Gosto dos seus escritos livros etc..Sou Mercedária da caridade ,me preparo para ir para Filipinas,tem algo a me dizer?
Izabel, vá para as Filipinas com o coração aberto e a mente vazia. Não ensine doutrinas mas o evangelho e prática de Jesus. Lembre-se que o Espírito Santo chega sempre antes do missionário, pois tudo que tem a ver com o amor, a justiça, a compaixão, o perdão e o amor revela a ação do Espírito. Aprenda na troca com aquela cultura diferente e testemunhe os valores humanitários da nossa. Assim vc vai se converter antes de converter os outros.
Que o Espírito sempre a acompanhe para decidir pelos melhores caminhos.
Boa vigem
lb
“Lembre-se que o Espirito Santo chega antes que o Missionário”. Ele chegou mesmo ,mas foi para me dizer para não ir.Fui para Recife,peguei dengue ,é a segunda vez, estou debilitada e não pude ir. A vida nos exige muita abertura ao Espírito pois nem sempre fazemos o que queremos mas Sim o que Ele quer. Ficou para a proxima isto é se Ele quizer..Abraços Irmã Izabel…
Caro Leonardo….
Que belas palavras de incentivo…
Queria dizer-lhe que sou muito desligada de internet, tv etc.. Sempre preferi os livros… Mas com os filhos vamos nos “atualizando” e acabei por me inserir nesse contexto virtual..kkkkk
Quero ainda um dia poder te conhecer pessoalmente…Mas no agora, já agradeço a Deus por ter permitido e ter através da rede, conhecido uma pessoa como vc e na qual não vou me alongar citando suas qualidades, pois outros tão bem o fizeram..Do fundo do coração te digo: Obrigada por existir!!!
Prezado Doutor, Professor, Padre, Pai e Homem Leonardo Boff:
Sinto-me profundamente honrado em tê-lo como írmão brasileiro e irmão em Cristo.
Poderia demorar em elogiá-lo pelos predicados conquistados durante esses bons anos de vida na Terra, porém, gostaria apenas de agradecê-lo pela enorme contribuição dada, de graça, aos milhões de brasileiros desamparados e excluídos por essa má política que perdura há anos no nosso amado país, a sua sabedoria é espelho para muitos de nós que ainda engatinham, degrau a degrau, para uma vida de paz, igualdade, fraternidade e amor.
Que nosso DEUS continue te abençando…
Precioso Leonardo,
seu recado a Izabel também falou comigo!
Meu coração tem queimado por isso: “Não ensine doutrinas mas o evangelho e prática de Jesus”!
Concordo que o Espírito Santo chega antes mesmo…
Obrigada!
Martha
Por dias tenho muita vontade de agradecer o artigo: ” Só um Deus nos poderá salvar” … Como uma banho de luz, tua reflexão tão profunda citando Heidegger, se constituiu nesta semana, em uma pista maravilhosa na busca que venho fazendo em minha reflexão pessoal! Obrigada professor!!!! Deus abençoe tua missão tão bem respondida de humilde mediador de “luzes”.
Bia
Gracias por las recetas de vida.Sino oímos a los demás y a la tierra estamos viviendo mal y sus artículos nos ayudan a despertar .Desde Perú toda mi admiración en un momento que estoy replanteando mi vida.
Prezado Leonardo Boff
Eu sou seu admirador e aprendo muito com os seus comentários sobre Teologia.
Estudo Teologia , estou no primeiro ano da Faculdade .
Gostaria de saber se aquele artigo que está na internet sobre um suposto poema atribuido a Friedrich Nietzsche intitulado ‘ Ao Deus Desconhecido ‘ é de sua autoria ?
Realmente o filósofo Nietzsche escreveu aquele poema e se foi ; em qual obra ( livro ) de
Nietzsche ele é encontrado ?
Graça e Paz !
Paulo Roberto – Belo Horizonte/MG
Admirado Leonardo Boff!
Grande mestre, nao encontro palavras para agradecer o que tem feito por todos nos atravez de seus livros. Que Deus continue abencoando-te e cobrindo de luz. Que Ele abencoe nesta grande missao no qual o senhor professor Leornardo, foi escolhido.
Muita luz…muita graca.. E meu eterno agradecimento!
Marina Luiza Favero – Capinzalense
Para o senhor será sempre um Vivo Frei Franciscano de acção com foi o nosso Pai seráfico São Francisco de Assis. Os seus escritos me oferecem todo o entusiasmo e alegria na minga vocação religiosa e sacerdotal. Nos meus estudos de teologia de libertaçäo, Frei você abriu-me a minha mente e inteligência de uma maneira tão extraordinaria que tive de abandonar a Igreja Católica Romana e abraçar uma Igreja Católica Independente de Roma para eu poder sentir feliz na minha vocação. Ser humano como você só vem da graça de Deus. Que o Senhor sempre ti abençõe e protege. Paz e Bem!
+ Frei Dom Teixeira, OFSJC (Ordem Franciscana de São José Cupertino)
Todos essses discursos científicos, teólogicos e pessoais, passam por uma certa arrogância. O conhecimento corre o risco de provocar isso, infelizmente. Mas nada disso é mais importante do que a contribuição generosa que o professor Leonardo Boff tem nos dado a nossa pequenez. Obrigada professor.
This is the exact Sobre o Autor Leonardo Boff journal for anyone who wants to assay out out about this issue. You observe so often its virtually wearing to present with you (not that I really would want…HaHa). You definitely put a new whirl on a matter thats been backhand nearly for age. Pleasant squeeze, just enthusiastic!
Poxa, eu sou estudante de ciências sociais da UERJ e infelizmente só fui descobrir seu trabalho depois q o senhor se aposentou
Gostaria muito de ter tido o prazer de assistir uma aula ou uma palestra sua
Por favor divulgue quando tiver algum compromisso na UERJ porque quero muito conhece-lo .
Abraços.
BOFF
HERMANO
DESDE CHILE
FUERZA ¡¡¡¡
FUERZA ¡¡¡¡
http://paginasfraternas.blogspot.com/
Seria fantástico e abençoado se os seus pesamentos e ensinamentos pudessem modificar as mentes ruins das pessoas que estão destruindo o nosso planeta pela ganância incontrolável.Está faltando uma palavra mágica:AMOR
Eu vos Amo, irmão Leonardo. Sois um dos grandes mestres da história da Igreja, um católico “protestante” na insurgência contra todo princípio-poder, dentro ou fora de nós. Na vitória profética contra o demônio que sufoca o princípio-esperança e reprime o carisma criador que sopra onde quer. Sois avatar de Francisco, e portanto do próprio Nazareno, anunciando no tempo-espaço de nossas angústias particulares a mensagem eterna de que a salvação vem pelo amor, pela justiça, pela solidariedade com todos os pobres, a começar de cada um de nós -amar ao próximo como a nós mesmos é este convite dúplice e autorreflexivo, de resgate dos pobres e ajuda em sua própria libertação.
Eu vos amo, e me assumo vosso discípulo, como sempre fui, sabendo que o primeiro perigo no caminho é justamente a beleza de vossas palavras.
Para principiantes como o eu é um perigo que a barriga ronque mais alto do que canta o coração, que o eu se contente em comê-las, as palavras, sozinho, estufado e triste, sem a “forma” que vem do compartilhar o pão da vida.
Palavras também perigosas porque belas demais para o fechamento eclesial, a começar da alma-ecclesia que trazemos em cada um de nós, coletiva é a alma e que, ao se auto-impor tiranos como se isso fosse “vontade do Espírito Santo”, confunde auto-conservação com egoísmo, prudência com medo, universalismo com lavagem cerebral para carneiros da fé. Cristão que é cristão é utópico e de oposição, o resto é armazém de secos e molhados, parafraseando o grande Millôr.
Outra tentação que recuso é a raiva e intolerância contra quem pense diferente. Não é hora de palavras que ferem, mas sim de silêncio, no que possível, diálogo, no que necessário, e amor sempre, ou melhor, no sempre ampliável limite de nossas forças (e amar é para os fortes que todos somos sem saber).
Eu vos amo, irmão Leonardo, dedico a vós esta minha “semana santa”, minha própria provação, lava-pés, prisão, dor e morte, sendo a um só tempo algoz, vítima e espectador da crucificação, e discípulo de Emaús que o Senhor brindará com a certeza de que o Império, ali mesmo onde derrotou o Amor, esmagou a esperança, postergou a justiça, ali mesmo cumpriu os desígnios do Ser Supremo que não se alcança sem renúncia, que não se vive sem morrer, que não se recebe se não se dá.
-Unzuhause-
Caio… Que lindo… Belas palavras ao nosso querido Leonardo… Realmente sem amor, sem renúncia e sem justiça não somos verdadeiros seres humanos…. Parabéns pelo texto..
Sempre achei você demogogo, mas aquele artigo do “dias das mães” referente a condição dos negros no Brasil é o ápice da hipocrisia e demagogia.
Só respondendo a alguns de seus pontos. “foram tirados da mãe patria áfrica”.
A África já era celeiro de escravos a milénios, antes mesmo da Europa existir, o europeu não crirou a escravidão, ele a capitalizou. Africanos já se escravizavam antes disso, os “irmãos” de cor já se vendiam a séculos.
Á África é tão boa mãe quanto as prostitutas da rua augusta em SP.
Referente a Zumbi, tu disse, no artigo, ele criou uma sociedade sem escravos livre para negros, mestiços e brancos. Ele para começo de argumento, possuia escravos, pois era a mentalidade comum naquela época. Como romantizar isso a tal ponto como você romantizou? E ainda diz “aos brancos” se refere o artigo, como se todos os brancos tivessem tido “mucamas” ou tivessem uma divida com negros. Um absurdo. Comece a cobrar essa “divida” dos reinos africanos.
Brancos detem o poder e o conhecimento, você citou. Fale por você mesmo, não em nome dos brancos, você escreve esse artigo como se fosse um guia dos brancos, ao meu ver, você é apenas o rebelde católico romancista da rodada.
Esse seu artigo, me fez pensar que nós brancos, temos sim de ter orgulhos de nossa origem etnica, me orgulho mais de ser branco. E eu era afavor das cotas como uma forma de obrigar o Estado a cumpir a constiuição que preve sim dentre outras coisas, educação e igualde de genêros.
Mas o seu argumento “sou vimitima do homem branco” é deploravel. Afro-brasileiros usam esse argumento aos montes, como berros… nessas horas me posto contra as cotas.
Um dos mais renomados e bem sucedidos comerciantes de escravos do Brasil, era mulato, para assim consolidar sua hipocrisia.
Lamentavel a invergadura que sua fama tomou como uma “grande voz”.
Mas é compreensivel numa era onde criadores de programas de relacionamentos sociais fiquem bilionarios. A fútilidade responde aos anseios da sociedade moderna.
Rafeal
Vc tem a visão do escravocrata metida em sua cabeça. É com esses olhos que vc leu e tresleu meu texto.E o pior vc não mostra nenhuma compaição por aqueles que foram reduzidos a “peças” e vendidos como mercadoria nos mercados.E eles são nossos irmãos e irmãs, portadoras da mesma humanaidade que a sua.
Vc seria um bom senhor da Casa Grande lamentando não estar mais cercado de escravos e escravas penando na Senzala.
Siga os preceitos de nossa Constituição para se inserir na cidadania republicana e democrática que lá se solidificou para não ficar preso ao passado escravocrata e genocida dos indídgenas.
lboff
Não tenho visão escravocrata, como posso ter essa visão se não vivi essa época?, nunca convivi sequer com semi-escravos bolivianos que nossos amiguinhos coreanos e os proprios bolivianos costumam fazer em SP, claro enriquecendo nossa matriz multicultural. Não sei qual a sensação de ser “senhor de escravos” como cristão nem me passa pela cabeça querer saber o que é sentir isso. Abomino sim a escravidão e a exploração do semelhante ao seu outro semelhante, não só como uma visão cristã, mas humana que nos distingui dos animais irracionais. Não é um favor meu nem de ninguém abominar qualquer tipo de exploração. Porém a séculos atrás, indio explorava indio, negro a negro e branco a branco. Judeus comercializavam escravos, mantém milhares de palestinos presos a céu aberto na faixa de Gaza em nome da segurança, mas é racismo e preconceito dizer isso, o certo é, “homem branco cristão mal, o resto, tadinhos”. E sejamos politicamente corretos amém.
Agora romantizar e criar o vitimismo não é o caminho, reforça estereótipos e inflama o racismo. Escravidão negra começa na África e não no Brasil. Não temos que dar reparação nenhuma. Educação de qualidade eu também quero, e tive de pagar para ter, a Constituição não olhou para mim, alias.. nunca olhou. Ela deve olhar para todos nós e não adotar cotas com base em um processo histórico iniciado na África a milénios, perpetrado por portugueses que nos administravam, e depois por dois Imperadores da dinastia Bragança. Investir na educação de base é demagogia e demora muito, pensa os negros e os esquerdistas como você.
A condição desumana deles, outros povos já passaram, inclusive brancos Eslavos de onde origina a palavra escravo. Ficar citando “homem branco” e portanto dando a impressão que nós brancos temos alguma divida moral com negros, é pura e simples falácia demagoga, me desculpe. Além de racismo as avessas. “homem branco”
Rafael
Saia por um momento de seu egocentristo e tente pesar a partir das vítimas, da chibata, da violencia de nao poder ter nenhuma liberdade e de ser tratado como coisa a ser vendida e comprada no mercado.
Enquanto não tiver esse tipo de com-paixão, sua argumentação é vã para não dizer cínica e sem piedade.
lboff
Sim eu penso pelas vitimas, escravidão é tirar a humanidade da pessoa, mas eu penso nisso como um processo iniciado a milhares de anos e ainda não finalizado, visto que ainda existem escravos no Sudão e em boa parte da África central e oriental, deve ser por culpa do “homem branco”, diga-se de passagem. Seu argumento é demagogo demais.
Deus dos Judeus também é cinico e hipocrita, em varias passagens do velho testamento, ele inclusive demanda regras “morais” no tratar dos escravos, no Alcorão, Maomé tem diretrizes “morais” no tratar de escravos. O povo Judeu possuia escravos e “servos” sujeitos como mercadorias domésticas. Entendo que naquela época, muitos escravos, nem mesmo eles, tinham noção real de sua condição. E da bestialidade que era manter alguém como seu “servo”. Jesus não precisou citar “acabem com a escravidão” o amor racional e o respeito ao próximo pregado por Jesus por si só nos ensina a isso, ele não precisa teclar nisso, ou lamentar o sofrimento dos escravos, que é latente. Você, eu percebi… foca muito no sofrer deles, como se eu fosse um insensivel egocêntrico com teor fascista, enfim… fazer o que… é o que acontece, era previsivel seu argumento. Tentar rotular os que pensam contrario. E bater na tecla do sofrimento dos escravos de 124 anos atrás. Ai da igreja Católica se os alemães quiserem reparações pelas centenas de alemãs queimadas como bruxas a séculos atrás… amarradas em postes e queimadas vivas em praça pública frente a familiares, muitas gritando de dor, que podiam ser ouvido a kms de distância, “ó igreja católica” como podes fazer isso – diria um tal Leonardo Boff?
Sai da sua tentativa puritana e demasiada amorosa no debater dos argumentos. Pare de criar no seus argumentos monstros e mocinhos. Todos são culpados pela escravidão e não apenas o homem branco, é apenas isso senhor, que argumento. Só isso. Porém.. pode continuar romantizando seus argumentos. Apartir do momento que a mentira é usada para oprimir e repudiar os ataques aos direitos humanos, ela perde a sua natureza justa, o meio passa a justificar o fim. E assim a verdade se perde. Não precisa romantizar a escravidão para mostrar a faceta cruel dela. Eu sou cinico e o senhor daria um ótimo formador de opinião moderno, cargo alias que já ocupa.
Rafael,
O sofrimento, especialmente daqueles aos quais negamos sua humanidade, reduzindo-os a coisas, possui uma dignidade que não pode ser questonada e diante da qual deveríamos silenciar por respeito. Aqui cala-se a argumentação. Vale a com-paixão. Se vc não a tiver perdemos a base mínima de comunicação.
Vc me coloca numa excelente companhia: com o Deus dos judeus, que segundo vc “é cínico e hipócrita”. Ocorre que esse Deus era o Deus de Jesus Cristo, pois ele não era cristão mas judeu.
E mais não digo
lboff
Interessante esse “bate boca” sobre a questão do racismo e reconhecimento do mesmo(Vou utilizar esses textos aqui postados na aula de história). Concordo com os dois argumentos. Acho que Rafael levou ao pé da letra um simples texto, ele entendeu como um “ataque aos brancos”. Agora imagine o que não deve sentir milhões de negros que sofrem ataques raciais diretamente e indiretamente, não só naquela época, como até HOJE.
Já Leonardo entendeu que faltou humanidade em reconhecer o sofrimento do povo negro. Porém reconhecer seu sofrimento não significa entrar num mundo de ilusão onde Zumbi é uma espécie de anjo negro. O que não é verdade.
Não é preciso fazer “proza” romantica para denúnciar esse triste episódio da história brasileira, porém Rafael não citou nenhuma inverdade na história, apenas se esqueceu, que mesmo essa verdade, não apaga a crueldade de escravidão. Se negros se escravizavam naquela época e é fato, não da justificativa para brancos se esquivarem de suas responsabilidades.
Deus nos ensina o dom do perdão, mas o perdão há aqueles que reconhecem o seu pecado. O perdão divino é sim condicional, ele depende da sua aceitação como pecador e como errante. Assim, o Brasil também foi errante na questão do negro.
O argumento do Deus dos judeus ser conivente com a escravidão daria outras centenas de argumentações e contra-argumentações que Rafael não deveria ter utilizado, claramente ele busca a justificativa para a escravidão que até então, até os dias de hoje ainda se vê em algumas regiões africanas.
Porém é outra perspectiva. Nada haver com o contexto.
A falta de respeito com o Leonardo Boff um grande ser-humano dotado do conhecimento e amor de Jesus Cristo, também é marcante nos argumentos do Rafael. Ninguém é obrigado a concordar com ponto de vista, podemos escolher se concordamos ou não. Ironizar Leonardo Boff ou por em questão sua intelectualidade foi deselegante de sua parte.
Porém gostei de sua argumentação, mal exposta, porém factual. Só lhe falta um pouco mais de respeito, conhecimento em história ele parece ter acumulado para simplesmente justificar a escravidão.
Belo Trabalho.
Eduardo
http://www.startaup.wordpress.com
fantastic post. Ne’er knew this, thanks for letting me know. 692105
Já tive e tenho a honra de poder realizar leituras de obras escritas pelo Senhor. Mas digo, “Tempo de Transcendência”, nos sacode e nos faz refletir que realmente “somos um projeto infinito”. Tive contato com o Senhor em Olinda -PE, congresso anual do SENAC. Um verdadeiro presente na minha vida. Exemplo de sabedoria, humildade e temor Deus.
Leonardo Boff.
Gostaria de deixar meu comentário sobre a crise de comunicação no mundo, descrevendo as minhas impressões sobre as mudanças que perpassam sobre as instituições de um modo geral, inclusive influenciando comportamentos humanos historicamente definidos.
As tecnologias de informação evoluíram bastante. Hoje não se pode mais falar em monopólio de uma fonte de informação, embora percebe-se o avanço de mídias de entretenimento que possibilitam não apenas o acesso aos dados, mas também a possibilidade do homem de criar um microcosmos de suas experiências e que podem ser compartilhadas com outras pessoas digitalmente através de um simples login.
Assim é possível evidenciar que nesse novo século as tecnologias de massa terão que se remodelar para fins de se ajustarem frente a uma sociedade que não apenas necessita de informações atualizadas, mas que sente uma profunda vontade de se fazer presente e de se sentir integrante e agente das transformações globais.Talvez essa atitude tenha como escopo suprir um certo vácuo de solidão e infelicidade que atravessa a geração coca-cola, se contentando com a mera perspectiva de acesso ao reino digital construído por cada cidadão dessa geração.
Surgem mecanismos operacionais para novos agrupamentos coletivos, embora infelizmente grande é o abismo existente para se falar ainda em restabelecimento de laços de solidariedade e de afeto, com o condão de transcender os limites da simples conivência dentro de um ambiente cibernético. De que valem os fóruns de discussão e as comunidades das grandes redes sociais sem o calor humano do companheiro de vida e sem a risada e os gracejos melindrosos e espontâneos capazes de criar uma atmosfera de amor filial?
O entretenimento é uma poderosa ferramenta de criação de laços artificiais, pois aparentemente a gente consegue iniciar um contato com alguém distante, trocar algumas idéias e fixar programas, Mas de que serve a tecnologia se ela não é capaz de reproduzir a relação de afeto e de respeito que depende de uma relação de convivência harmoniosa entre as pessoas e de um querer bem que ultrapassa a relação materialista e individualista? De que adianta os homens poderem se falar por chat, se a Babel decorrente das barreiras egoísticas dos indivíduos ainda impede que eles vejam os outros além das informações de seu perfil?
Não é dando poder aos homens que se dá amor e consciência de cidadão, de cristão, enfim de agente transformador de uma ordem social mais fraterna.
O poder passa a se remodelar assumindo uma forma difusa e complexa que dificulta o âmbito da ação imediata. A medida que as desigualdades aumentam, os potentados desenvolvem métodos mais sofisticados de disciplina e alienação. Alienação oriunda da falta de educação de qualidade, da falta de relações familiares pautadas no respeito aos bons valores e também da falta de incentivo à persistência aos projetos de vida para atender as necessidades paliativas do mercado.
A concentração de riquezas anima as iras da população jocosa de uma distribuição mais paritária de bens. Desse impeto frenético o cidadão descobre a força da ação e do impacto da coletividade que se arma para enfrentar os inimigos ocultos e poderem assegurar uma imagens translúcida de futuro. Esse é um quadro que aponta uma transformação no cenário. Dela nascem possibilidades. Uma delas seria a dos homens se reunirem para implantar uma sociedade calcada na divisão coletiva de bens redistribuindo-os do domínio dos senhores sem face, que se articulam através de entidades paquidérmicas múltiplas e entrelaçadas por uma rede de convênios e fraudes as mais diversas.
Outra seria criar uma espécie de realidade artificial aonde os homens aprenderão a viver ”para si” para continuar vivendo a ponto de esquecer que aquilo que a vida tem de melhor reside na saudade que a nossa passagem deixa para o coração daqueles que se abriram para nos conhecer enquanto parceiros de vida e irmãos jungidos sob o manto da identidade. Nesse tipo de mundo o Estado oferecerá regalias, benesses para os bons garotos e súditos que melhor se comportarem e seguirem na sua vidinha para si mesmos. Serão tempos que os homens lembrarão das suas lutas em seus livros de história, orgulhosos do plano de Governo de coalizão que retomou as rédeas da economia. O ”cinto” que prende a fivela provavelmente será objeto de lembrança dos senhores com melhor lembrança. A vida em seu curso e suas vicissitudes animarão os filhos daqueles que empreenderam a grande luta a retomar a sua vidinha ”para si”, procurando por um emprego mais vantajoso e por novas possibilidades de lazer, alguns até mesmo se enveredando para o lado dos vícios e dos jogos.
Tempo em que a história se guarda nos aparelhos eletrònicos e que não são mais contadas em rodas animadas, abertas para o debate…
Caro Leonardo Boff
Penso que não seria o caso do senhor voltar a escrever a partir dos pobres, ou dos lugares sociais onde estão os explorados e injustiçados deste país. Em vez de focar e centralizar suas reflexões na trajetória do partido PT e seus lideres, disse Jesus ” dai a Cesar o que é de Cesar”, deixe-os eles terão o que merecem. Precisamos profetizar, como diz a Bíblia, e para isso temos que estar com os pés na base, isto é, lá onde estão os indígenas, quilombolas, ribeirinhos, pescadores, estes estão sendo expulsos de suas terras por causa de grandes projetos como Belo Monte, cujo o aval para essa monstruosidade vem sendo legitimada por todos os governos deste país, inclusive o PT. O que o senhor pensa em relação a isso? Concordo que as senzalas e a Casa Grande continuam, mas veja bem onde elas se encontram. Sim vai depender muito do ponto de vista de onde um está e a opção feita.Por que o senhor não escreve algo em defesa destes povos e da natureza que também sofre com todo esse programa do PAC? Desmascarando assim esses falsos governos ditos de esquerda que seguem criminalizando, perseguindo e assassinando a mãe natureza, seus filhos e filhas.
Tenho um sonho de um dia ir até a casa do Leonardo Boff em Petrópolis.
Quem sabe?
Grande abraço
Caro Leonardo Boff, sou seu assíduo leitor desde muitos anos, principalmente qdo militei nas Comunidd Eclesiais de Base aqui em Belém do Pará, hj sou prof. de Filosofia e Pe. da ICAB, gostaria muitíssimo que vc escrevesse sobre Dom Carlos Duarte Costa que foi excomungado por Pio XII em 1945, por suas ideias libertárias enquanto precursor da Teologia da Libertação. Desde já meus sinceros cumprimentos.
Señor Leonardo Boff se que tiene muchas ocupaciones pero quisiera preguntarle sobre un tema que es la Apologetica,
¿Que es la Apologetica para usted?
¿Que piensa usted de la Apologetica?
Muchas gracias un gran abrazo
Celino Vauve
Celino
La apologetica es una parte de la teología que quiere ofrecer las buenas razones de nuestra fe de cara a aquelos que no la aceptan, la critican y hasta la atacan.
En este sentido es algo positivo.
Pero con los enfrentamientos con las iglesias salidas de la Reforma la apologetica asumió un caracter defensivo y agresivo de los demas, intentando la desmoralización, cosa que no tiene mucho que ver con el Evangelio y más con el poder.
Hoy casi no existe esa materia en la teología por que aprendemos a convivir, a respetar la opinión del otro y ver mas los puntos que nos acercan do que los puntos que nos alejan.
Pero hay si una apologetica hoy especialmente de cara a cierto tipo de ciencia como la de Dowkins y otros que consideran toda la religión una enfermidad a ser extirpada o visiones de mundo que negan todo tidpo de trascendencia. Un bueno ejemplo de apologetica es uno de los ultimos textos de Hans Küng, talvez el teologo mas prolifico de la Iglesia catolica, que escribió un libro que vale la pena leerlo:Der Anfang aller Dinge: el comienzo de todas las cosas (Piper Verlag 2005). Se trata de un dialogo apologetico entre moderna cosmologia y comprensión cristiana del universo. Acepta puntos, critica otros, asimila perspectivas y hace de la fe algo razonable.
La apologetica tiene poco lugar en mi produccion. Tengo una si, que es la defensa de la causa de los pobres y de los derechos de la Madre Tierra y de la naturaleza.
un abrazo
lboff
Muchas gracias Señor Boff por tomarse un tiempo en dicipar mi duda gracias un abrazo
Olá… Estou terminando minha graduação em Ciências Sociais e minha monografia é em cima do tema da Teologia da Libertação e cada livro, texto ou artigo que leio, fico cada vez mais fascinada pelas suas ideias, e sua cosmovisão. Beber da fonte primeira sobre esse tema não somente tem enriquecido meus trabalho academico como também algumas percepções particulares a respeito do mundo em que vivemos e pelo qual travamos nossas lutas diárias…
Parabéns pelo excelente trabalho e que a fonte continue a jorrar para o auxilio das próximas gerações.
Abraços… Lílian
Lilian,
Obrigado por suas palavras generosas. É bom que mais pessoas como vc se ocupem com os temas que a teologia da libertação, desde os anos 60 do século passado, tem suscitado: a questão dos pobres e oprimidos, vítimas de um tipo de construção social que para se firmar precisa continuamente sacrificar vidas, humanas, da natuerza e hoje a própria Mãe Terra. Temos que nos libertar deste tipo de habitar o planeta senão iremos tambem nós ser devorados. Temos uma tarefa ingente pela frente: inaugurar, mesmo em miniatura, o novo. Ele é como uma semente: contem a vida de toda a planta.
abraço com fraternura
lboff
Boa tarde Frei Leonardo Boff! É uma honra para mim e um dos sonhos realizados poder enviar uma mensagem a voce. Sou sua fã mais de trinta anos, através do nosso saudoso Padre Antonio Ferreira Martins, pároco em Matias Barbosa MG, e fiquei feliz quando meu sobrinho, Jonas Nogueira que é Franciscano e trabalha no Colégio Santo Antonio em Belo Horizonte, postou no face, sua visita no CSA para uma palestra, fiquei triste, pois gostaria de ter ido para assistir e se posssível ter falado com voce.Mas não faltará ocasião,se Deus quiser! Estou realizando um sonho de minha juventude, cursando faculdade de Letras e Literatura, li alguns livros seus, são incansáveis, sempre temos que retomá-los para novas experiencias, é incrível.Agradeço a Deus por esse momento e a voce essa oportunidade. Um abraço fraterno! Nilza de Lourdes Nogueira Scarato
Nilza
Obrigado por suas palavras generosas e a lembrança do Padre Antonio. Quando ele faleceu ele atendia Sossego, perto de Santa Ana do Deserto. La na fazenda dos Monteiros eu estava ultimando meu livro sobre a SS. Trindade. Uma comissão do povo veio me pedir para ficar por lá para atender a fé do povo. Foi uma das coisas mais duras de minha vida, quando tive que explicar-lhes que estava ligado ao ensino da teologia e que não podia ficar. Mas até hoje me persegue a idéia.É muito digno à SS.Trindade antender a fé do povo do que escrever um livro sobre a SS.Trindade. Até hoje penso que Deus vai me cobrar por esse decisão preferindo os livros à vida de fé do povo.Deus passou eu não soube escutar sua voz pela voz daqueles moradores.
um abraço e se realize em seus estudos tão ansiados.
lboff
Estimado Professor Leonardo Boff, és um orgulho pra nossa gente. Lembro-me, quando aluno da Santa Úrsula na década de 80, passei a me interessar pela religião a partir de seus ensinamentos, que, junto com o Pe. Medoro, outro expoente da cultura religiosa, frequentávamos um seminário no Rio de Janeiro, cujo nome não me recordo, e lá aprendemos a entender a religião não como um dogma imposto pela hierarquia, mas, sim, como caminho para a Libertação em todos os seus níveis. Devo a essa guinada em minha vida, a leitura que hoje se me é de fundamental importância e à crítica mordaz que me faz menos oprimido. Com carinho, respeito e admiração.
Leonardo Boff,
Tenho buscado me aprofundar sobre a Teologia da Libertação e confesso que tenho me tornado um admirador de seus escritos. Apesar de já ter ouvido falar anteriormente sobre sua pessoa e obra o que me impulsionou a pesquisar mais foi uma entrevista feita pelo colunista da Veja Augusto Nunes ao filósofo Luiz Felipe Pondé e postada em 08/08/2011 (Santos entre taças de vinho) – Segue link para leitura completa da entrevista: http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/feira-livre/santos-entre-tacas-de-vinho/.
Nesta entrevista, entre outras coisas, o filósofo faz a seguinte colocação:
Quando o cristianismo cruza o pensamento de esquerda, como no caso da Teologia da Libertação, a humildade se perde?
Sim. Eu vejo isso empiricamente em colegas da Teologia da Libertação. Eles se acham puros. Tecnicamente, a Teologia da Libertação é, por um lado, uma fiel herdeira da tradição cristã. Ela vem da crítica social que está nos profetas de Israel, no Antigo Testamento. Esses profetas falavam mal do rei, mas sem idealizar o povo. O cristianismo é descendente principalmente desse viés do judaísmo. Também o cristianismo nasceu questionando a estrutura social. Até aqui, isso não me parece um erro teológico. Só que a Teologia da Libertação toma como ferramenta o marxismo, e isso sim é um erro. Um cristão que recorre a Marx, ou a Nietzsche – a quem admiro -, é como uma criança que entra na jaula do leão e faz bilu-bilu na cara dele. É natural que a Teologia da Libertação, no Brasil, tenha evoluído para Leonardo Boff, que já não tem nada de cristão. Boff evoluiu para um certo paganismo Nova Era – e já nem é marxista tampouco. A Teologia da Libertação é ruim de marketing. É como já se disse: enquanto a Teologia da Libertação fez a opção pelo pobre, o pobre fez a opção pelo pentecostalismo.
L. Boff, dentro destas afirmações gostaria de saber seu posicionamento, principalmente nas perguntas que faço:
1. A Teologia da Libertação desconsidera o pecado original e idealiza o povo?
2. É possível ter uma Teologia da Libertação não marxista?
3. Você acha possível uma aproximação da Teologia da Libertação com o protestantismo? (seja ele tradicional, pentecostal ou neo-pentecostal)
4. Você acredita em salvação e acesso a vida eterna fora de Jesus Cristo e da experiência da regeneração ou novo nascimento?
5. Você concorda que a Teologia da Libertação no Brasil se tornou em um misticismo Nova Era?
6. Se a última afirmação de Pondé está correta, na sua opinião por que os pobres “preferiram” o pentecostalismo? Por causa do marketing, como Pondé afirma?
Não sei se este é o melhor canal para fazer estas perguntas, mas terei eterna gratidão e será de grande enlevo espiritual e intelectual para mim as respostas.
O assunto tem me fascinado. Sou estudante de teologia (protestante) e estou tendencioso em fazer minha monografia voltado para o tema e ver as possíveis aproximações haja visto que é uma matéria um pouco relegada nos apriscos evangélicos.
Desde já agradeço pelo seu tempo e atenção a mim conferidos,
Paz e Bem!
Felipe Borduam
Oi Felipe, meu nome é Frederico Guimarães.
Eu sei que a sua pergunta está destinada ao prof. Leonardo Boff, de quem admiro muito a obra e a pessoa. Vou me antecipar um pouco na resposta da 3ª questão aguardando, é claro, uma resposta do prof. Leonardo Boff que, com certeza, será muito melhor e mais profunda do que a minha.
Eu sou estudante de Teologia numa instituição evangélica e pesquiso sobre Teologia da Libertação há algum tempo. Inclusive, há muitos teólogos da libertação dentro do protestantismo histórico, como Rubem Alves (igreja presbiteriana), Milton Schwantes (luterano) e Cláudio Ribeiro de Oliveira (metodista), além de pensadores que se alinham com aspectos desta forma de fazer teologia.
Muitas das colocações do prof. Pondé são superficiais, de quem, acredito, desconhece a teologia da libertação e a sua contribuição. Não desmerecendo o conhecimento de Pondé, que é um ótimo acadêmico e filósofo, especialista em Pascal e, embora eu discorde da maioria do que ele diz, é importante ouvir o diferente para crescermos com as críticas. Acontece que ele não é teólogo e, por isso, as posições dele tornam-se superficiais em suas críticas à teologia da libertação.
Se você quiser algumas sugestões ou dicas, pois tenho uma boa bibliografia para iniciantes no assunto, é só me avisar.
Grande abraço e, mais uma vez, parabéns ao professor Boff pela grande contribuição que tem dado sempre para a teologia latino-americana e para o povo sofrido do nosso continente.
Frederico,
Muito grato mesmo pela resposta. Tenho me “alimentado” muito intelectualmente e espiritualmente com os texto do prof. Boff. Contudo, como sou incauto no assunto e tenho sido impactado positivamente pelo mesmo acabo me alongando nas perguntas e colocações. Agradeceria por de mais se pudesses me fazer algumas indicações de materiais para iniciantes no tema.
Em Cristo,
Felipe Borduam
Luís Felipe, aqui é o Frederico.
Para não congestionar o site do nosso estimado professor Leonardo Boff, você pode entrar em contato comigo por e-mail, pelo fredhf@bol.com.br
Caríssimo Leonardo Boff, sua presença é muito forte para os educadores que acreditam que a vida é dadiva e vale a pena! Saber cuidar é importante norte em minhas aulas, pois trabalho com educação patrimonial e as causas da preservação do patrimonio cultural encontram eco em suas palavras. Obrigada grande mestre, por suas palavras vindas de Cristo. Gostaria de encontra-lo em palestra em Brasilia. Maria da Gloria Bomfim Yung, professora na Escola Parque 308 sul, Brasilia, DF
Señor Leonardo
Me llamo Pedro López y le escribo del Canal NTN 24 internacional, con la intención de invitarlo a nuestro programa La Tarde Fin de Semana, éste sábado, para que nos hable acerca de la iglesia católica en una entrevista realizada a través de Skype.
Mi correo para que me responda lo más pronto posible es pedro.lopez.90@hotmail.com
y también para indicarle que si es una propuesta verdadera y no un intento de burla.
Atentamente
Pedro López
Periodista Canal NTN 24 Internacional
Bogotá D.C., Colombia
Sr. Leonardo Boff, gosto muito de seus artigos e fiquei muito feliz ao conhecer seu blog para acompanhar seus escritos. Estou estudando a Doutrina Espírita – estou iniciando – e, claro, busco entendimento histórico também. Por favor, poderia me orientar/indicar alguns livros para ler sobre o nascimento da igreja católica (me disseram que ela existe antes de Jesus), biografia de Jesus, etc. Também me disseram que a oração Pai Nosso é universal – qual origem desta oração? Faço estas perguntas porque nos centros espíritas rezam o Pai Nosso, não sou contra, mas não esperava. Obrigada pela atenção e espero que responda. Beatriz Monteiro.
Dr. Leonardo Boff: estamos interesados en invitarlo al programa Otro Tema de la cadena de noticias TN en Argentina este martes. Nos gustaría poder tener un contacto con Ud. Esperamos atentamente su respuesta. Muchas Gracias.
Olá,meu caro Leonardo Boff.Admiro muito sua biografia.
Gostaria de saber se você tem algum email para contato disponível.Agradeço,desde já.
PAX ! SAGRADA FAMÍLIA , ROGAI POR NÓS ! Ao fazer seu primeiro discurso, disse o Papa Francisco: “E agora quero dar a Bênção, mas antes… antes, peço-vos um favor: antes de o Bispo abençoar o povo, peço-vos que rezeis ao Senhor para que me abençoe a mim” . Eu sou completamente ignorante em Teologia, mas é o Pastor Universal quem abençoa o Povo de Deus, e não o contrário. Não é isso que está escrito no Catecismo da Igreja Católica? Por qual razão o Papa Francisco inverteu esta lógica tão profunda? Um grande abraço fraterno ! Minh’ alma engrandeceria profundamente o Senhor se pudéssemos dialogar sobre este meus questionamentos ! Sagrada Família, rogai por nós ! +
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http://acarajeconservador.blogspot.com/2013/03/boff-e-insistencia-diante-de-um-projeto.html
Leonardo, Le dejo una traducción rápida del doc al español, por si le sirve de algo. Con afecto cristiano, Daniel oliva (Quito, Ecuador)
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Un ejercicio diferente del papado es posible
16/03/2013
La grave crisis moral que atraviesa todo el cuerpo institucional de la Iglesia ha significado que el cónclave elija una persona que tiene la autoridad y el coraje para hacer reformas de gran alcance en la Curia romana e inaugurar una forma de ejercicio del poder papal que sea conforme al espíritu de Jesús y al ritmo con la conciencia de la humanidad. Francisco es su nombre.
La figura del Papa es tal vez el mayor símbolo de lo sagrado en el mundo Occidental. La sociedad, a través de la secularización, ha desterrado lo Sagrado, en ausencia de líderes de referencia; y con la nostalgia del padre como el que dirige y crea confianza e indica el camino, se centraron en la figura del Papa estas angustias ancestrales de los seres humanos que podían leerse en los rostros de los fieles en la Plaza de San Pedro. Por esta razón, es importante analizar el tipo de ejercicio del poder que el Papa Francisco ejercerá. En su primer discurso dijo que “presidirá en la caridad” y no como quienes en el pasado tenían el poder judicial a través sobre toda la iglesia. Para los cristianos es esencial el ministerio de Pedro como el que tiene que “confirmar a los hermanos y hermanas en la fe”, de acuerdo con el mandato del Maestro. Roma, donde están enterrados Pedro y Pablo, fue desde el principio, por encima de las otras iglesias, la referencia a la unidad, por la ortodoxia y el celo.
Esta perspectiva es bien aceptado por los restantes iglesias no católicas. La pregunta es cómo ejercer esta función. El Papa León Magno (440-461), en un vacío de poder imperial, tuvo que hacerse cargo del gobierno de Roma. Tomó el título de Papa y de Sumo Pontífice, que era título del emperador, e incorporó el estilo imperial del poder monárquico absoluto y centralizado, con sus símbolos, vestimentas y estilo del palacio. Los textos relacionados con Pedro, que en Jesús tenían un sentido de servicio y la primacía del amor, se interpretaron como estricto poder jurídico. Todo esto culminó con Gregorio VII, quien con su “Papae Dictatus” (la dictadura del Papa) se arrogó los dos poderes, el religioso y el de la sociedad civil. Nace una gran institución, obstáculo total a la senda de la libertad de los cristianos y de la sociedad. A partir de aquí el Papa emerge como un monarca absoluto con la plenitud de todos los poderes, como el Canon 331 lo expresa claramente. Aumenta la demanda de subordinar a su poder toda a todas las iglesias.
Este ejercicio absolutista siempre ha sido cuestionado, sobre todo por los Reformadores. Pero nunca se suavizó. Como reconociera Juan Pablo II, este estilo de ejercitar la función de Pedro es el mayor obstáculo para el ecumenismo y y de la aceptación por parte de los cristianos que vienen de la cultura moderna de los derechos y la democracia. Para compensar esta falta, los dos últimos papas han organizado una espectacularidad de la fe, con viajes y eventos de masas como la de los Jóvenes a llevarse a cabo en Río de Janeiro.
Esta forma monárquica y absolutista representa una desviación de la intención original de Jesús y ahora, con Francisco, debería ser reconsiderada a la luz de la intención de Jesús. Será un papado pastoral y al servicio de la caridad y de la unidad en lugar de un papado del poder jurídico absolutista. El Concilio Vaticano II ha establecido herramientas instrumentales para una reformulación en el gobierno de la Iglesia: el Sínodo de los Obispos, vaciado y hecho hasta ahora un instrumento de asesoramiento, mientras que fue concebido como un instrumento deliberativo. Se plantearía un órgano ejecutivo que gobernaría la Iglesia con el Papa. Fue creada por el Concilio la colegialidad de los obispos, es decir, las conferencias continentales y nacionales ganarían más autonomía para permitir un enraizamiento de la fe en las culturas locales, siempre en comunión con Roma. Los representantes del pueblo de Dios, los cardenales y obispos, clérigos y laicos, e incluso las mujeres ayudarían a elegir a un Papa para toda la cristiandad. Se hace urgente una reforma de la Curia en la línea de la descentralización. Es verdad que lo hará el Papa Francisco. ¿Por qué el Secretariado para las religiones no cristianas no podría funcionar en Asia? ¿Y el ministerio de la unidad cristiana en Ginebra, cerca del Consejo Mundial de Iglesias? Una de las misiones, ¿en alguna ciudad de África? ¿Qué podríamos decir de los derechos humanos y de la justicia en América Latina?
La Iglesia Católica podría transformarse en una instancia no autoritaria de valores universales, del cuidado de la Tierra y por la vida en peligro, en contra de la cultura de consumo, a favor de la sobriedad compartida, enfatizando la solidaridad y la cooperación a partir de los últimos y contra el estrés de la competencia. El tema central no es la Iglesia sino a la humanidad y la civilización que puede desaparecer. ¿Cómo ayuda la Iglesia a su conservación? Todo esto es posible y factible, sin renunciar a nada en la sustancia de la fe cristiana. Importa que el Papa Francisco se un Juan XXIII Francisco tercer mundo, un “Papa bueno”. Sólo entonces podrá rescatar la credibilidad perdida y ser un faro de espiritualidad y esperanza para todos
Gracias, hermano, por la traduccion. Pero María José Gavito Milano ha hecho una tambien que siempre la publico en el blog.
Pero admiro tu esfuerzo y lo alabo
lboff
Bondoso Frei Leonardo tenho lido seus artigos em seu blog, entrevistas na TV e fiquei impressionado com sua lucides e fé diante do Evangelho de Jesus redivivo, atuante, compromissado e amoroso. Eu e a gigantesca legião de fãs de seu trabalho pelos menos favorecidos de recursos físicos e da alma te aplaudimos de pé e rogamos ao responsável por nosso planeta, diante do Criador, o filho do carpinteiro humilde que lhe abençoe nesta árdua luta contra a ignorância que gera o egoismo que nos assola.
Obrigado!!!
lieber leonardo Boff,
gerne wuerde ich mit ihnen in kontakt treten, finde aber keine mailadresse.
seit 2 jahren lebe ich in Venezuela, um die kommunale bewegung zu unterstuetzen. was ich bisher von ihnen weiss, ist dies auch ihr hauptanliegen.
auch wenn ich atheist bin, trage ich eine grosse achtung fuer Jesus von Nazareth in mir. er war Jude und waere auch nie mitglied einer christlichen kirche geworden.
dass ich mich fuer kommunen einsetze, liegt daran, dass mir die menschen wichtig sind und nicht die institutionen.
mit lieben gruessen, willi uebelherr, wube@gmx.net
merida/venezuela
Willi
Fröhliches Osternfest
Mein e-mail Adresse
contato@leonardoboff.com
alles Gute
lboff
Boff, sou fã do seu trabalho…
Gostaria que o senhor opinasse sobre um poema de minha autoria, que trata do amor incondicional de Deus.
Fraternalmente,
José Chadan
ah, e que o Senhor abençoe seu trabalho sempre!!
______________
O ASTROLÁBIO DE DEUS
Anjos cantaram num coração amargo
O canto do amor esconde mil segredos
Nele ouvem-se clarinetes e a voz das águas
Eu era como o que do fundo do abismo saía
Deixando o ódio e a lascívia
Rumo ao Agape e às causas perdidas
E a maior delas: os que estavam ao meu lado
No abismo, e eu não via
O amor é o astrolábio de Deus
Confiados nele os navegantes se lançam nos mares
E o leviatã se acalma
A segurança mora com os famintos
Sabendo que o pão será servido (mesmo se não for de trigo)
Invejosos se envergonham de nem tudo terem tido
A riqueza é dada ao que ama, de graça
Fonte a jorrar do Céu
Não preciso subir em escadas
Ou em prédios para bebê-la,
Basta olhar ao lado
E, se avistar alguém digno de amor, ame-o
Mas quem não é digno de amor?
Os estupradores, as prostitutas, os assassinos são os mais dignos de
amor
E aquele que lhes nega o amor
É o mais indigno de amor
Ó Amor
Qual é a tua essência?
És como a pomba-rola
Indo e vindo como quer
A história nos conta teu percurso
Pelas mãos dos homens
E nos lábios dos poetas
Tuas vozes
Jesus?! Um subversivo em teu nome
Quebrou os grilhões do legalismo
E as gaiolas dos religiosos
Voemos feito pombas
Voemos como anjos
Se anjos existem ou não…
Mas algo canta no mundo
Quem tem ouvidos ouvirá
Mas olhe!
Nada é prometido
A recompensa do amor
É o próprio amor
Quem o dá o aumenta em si mesmo
É diferente de tudo o que acaba
E os anjos cantaram
Até que eu dormisse…
(Para minha mãe)
Leonardo, gostaria de saber de sua disponibilidade para participar de uma conferencia em ciências, filosofia e teologia ainda esse ano. Por favor, entre em contato por e-mail: antoniocarlospatricio@gmail.com. Dependemos de sua resposta para marcar esse evento. Estamos cuidando dos detalhes. O evento poderá se realizar em Campina Grande, na Paraíba e pode ser no feriadão do mês de outubro deste.
Prezado Leonardo Boff, gostaria de saber se exite algum email pelo qual eu pudesse entrar em contato diretamente com você. Se for possível esse contato por favor me informe pelo email que deixei cadastrado para esse comentário. Agradeço desde já e parabenizo pelo trabalho realizado com tanta paixão.
Boff, preciso do seu e-mail para entrar em contato com você. Sou estudante de jornalismo da Universidade Federal do Piauí e estamos organizando um encontro nacional dos estudantes de comunicação social do país através da Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação Social. Por favor, me dê retorno, com urgência, para podermos dialogar: cps.comunicacao@gmail.com